Com o Linked Helper, não será bloqueado: automatize atividades no LinkedIn sem riscos
With Linked Helper you won’t be banned: Automate LinkedIn risk-free
Resposta rápida

A automatização é prática, pois permite contactar mais potenciais clientes e pesquisar dados de mercado de forma eficaz. No entanto, alguns utilizadores continuam a recear que as suas contas possam ser bloqueadas.

Isto pode acontecer se utilizar métodos de automatização não testados ou até se executar incorretamente algumas ações de forma manual.

  • Muitas pessoas pensam que o LinkedIn reconhece facilmente as ferramentas de automatização pelo seu comportamento. Descubra por que motivo isso não acontece com o Linked Helper.
  • Algumas pessoas preferem outras ferramentas de automatização, como plug-ins ou ferramentas baseadas na nuvem. Descubra por que motivo não deve confiar totalmente nelas e por que razão a tecnologia do Linked Helper é atualmente a mais fiável.
  • Alguns utilizadores pensam que é melhor manter-se ativo no LinkedIn executando as ações manualmente. Descubra por que motivo o Linked Helper é muito mais eficaz e por que razão pode ser bloqueado pelo LinkedIn mesmo sem recorrer à automatização.

Alerta de spoiler: este software de automatização alia a tecnologia a padrões de comportamento que imitam a sua atividade habitual nas redes sociais. A primeira versão do Linked Helper resistiu a duas verificações de deteção do LinkedIn, pelo que o Linked Helper 2 incorpora todas as medidas que ajudam a evitar o bloqueio da conta.

Como é que o Linked Helper evita que os utilizadores sejam bloqueados?

Em seguida, perceberá por que razão as objeções habituais à automatização não se aplicam ao nosso software.

Objeção n.º 1 — O sistema reconhece a automatização pelo comportamento

A primeira objeção resulta do receio de que a automatização de atividades no LinkedIn não seja permitida e de que as ações automatizadas sejam identificadas pelos respetivos padrões de comportamento. De facto, a atividade de uma pessoa nas redes sociais difere da de uma máquina. Por exemplo, as ferramentas de automatização de baixa qualidade utilizam pausas iguais entre ações, algo que um utilizador real nunca faria.

Os programadores do Linked Helper anteciparam esta situação e melhoraram o sistema para que pareça que é o próprio utilizador a executar todas as ações na rede social.

  • Soluções

1. Os utilizadores reais e o Linked Helper não abrem perfis através de hiperligações, como fazem muitas ferramentas de automatização

Quando procura potenciais clientes no LinkedIn, é pouco provável que utilize a barra de endereço do browser para introduzir URLs de perfis. No máximo, poderá fazê-lo algumas vezes, mas certamente não 70 vezes por dia em intervalos regulares.

Na versão melhorada do Linked Helper, o sistema visualiza os perfis da mesma forma que o utilizador o faria. O algoritmo pesquisa as pessoas pelo nome e seleciona a opção pretendida na lista apresentada.

Assim, tendo em conta esta limitação, não introduza hiperligações no browser para abrir perfis de membros do LinkedIn, mesmo quando pesquisa manualmente. Em vez disso, pode deixar que o Linked Helper abra automaticamente os perfis da forma adequada.

2. Utiliza um IP único para cada conta

O LinkedIn consegue detetar facilmente se um utilizador inicia sessão em contas diferentes a partir do mesmo endereço. Além disso, transferir a gestão de uma conta pessoal para terceiros ou organizações é contrário às regras da rede social.

O software do Linked Helper utiliza sempre o seu endereço IP, mesmo que adicione várias contas ao Linked Helper — por exemplo, as contas de toda a sua equipa de marketing. Além disso, pode configurar manualmente um proxy com um endereço IP único para cada sessão, o que reforça a segurança.

Assim:

  • Se utilizar o Linked Helper 2 no seu PC apenas para gerir a sua conta, o software utilizará o seu endereço IP. Já as ferramentas baseadas na nuvem podem utilizar um endereço IP de terceiros, o que compromete a segurança da automatização.
  • Se for gestor de contas — ou seja, se precisar de configurar várias contas do LinkedIn no software —, pode adquirir endereços IP de proxies privados junto de um fornecedor externo e atribuir um endereço IP único a cada instância do LinkedIn. Pode fazê-lo no menu do software. Cada conta utilizará um endereço diferente. Desta forma, o sistema não deteta que é iniciada sessão em todas as contas a partir de um único PC.

3. O Linked Helper reproduz o comportamento humano recorrendo à navegação interna e a intervalos naturais entre ações.

Um utilizador real de uma rede social utiliza a barra de pesquisa quando precisa de encontrar um perfil.

Por exemplo, suponhamos que pretende encontrar todos os gestores de vendas do setor farmacêutico na região de Berlim e, em seguida, enviar-lhes uma proposta comercial. Para os contactar, é pouco provável que introduza hiperligações para os respetivos perfis no browser. Além disso, normalmente é necessário algum tempo para analisar um perfil, perceber se é relevante e decidir como escrever a mensagem.

O Linked Helper imita o comportamento de uma pessoa na rede social. Utiliza a barra de pesquisa e introduz pausas entre as ações. Pode ajustar a duração das pausas no painel de controlo.

Assim, a ferramenta de automatização reproduzirá o seu comportamento no LinkedIn, levando o algoritmo da plataforma a interpretar estas ações como atividade humana.

4. O número de ações num determinado período corresponde a um ritmo diário natural

Normalmente, nem os utilizadores experientes e ativos das redes sociais, mesmo os profissionais mais ativos e ambiciosos, conseguem executar demasiadas ações num determinado período. Saiba como é reposto o número de «Last 24 hrs actions» no Linked Helper.

Por isso, definimos limites de atividade ajustáveis, concebidos para evitar padrões pouco naturais e respeitar as restrições atuais da plataforma. O contador distribui automaticamente as ações de modo uniforme ao longo do dia, evitando picos súbitos de atividade, pouco naturais para uma pessoa.

Objeção n.º 2 — Existem muitas formas alternativas de automatizar atividades no LinkedIn

Nesta secção, analisaremos as principais alternativas utilizadas atualmente por outras ferramentas de automatização. O LinkedIn permite a automatização? Não. Importa saber que nenhuma tecnologia de automatização pode garantir com 100 % de certeza que nunca será reconhecida pelo sistema de verificação do LinkedIn.

O tipo mais seguro de software de automatização é aquele que pode ser instalado no computador e é executado num browser. O Linked Helper 2 não se limita a utilizar esta tecnologia: é um browser independente. A única diferença é que as ações são executadas na janela sem exigir cliques da sua parte, permitindo-lhe observar o processo.

Existem, contudo, tecnologias alternativas significativamente menos seguras do que as utilizadas pelo nosso software. Em seguida, descobrirá por que motivo não deve confiar em muitos tipos populares de aplicações que oferecem funcionalidades semelhantes.

Existem atualmente três tipos principais de ferramentas de automatização. No entanto, as aplicações de ambiente de trabalho executadas num browser, como o Linked Helper, representam o menor risco.

  • As extensões instaladas no browser estão entre as alternativas menos seguras

Os plug-ins que os utilizadores podem instalar nos browsers habituais são os mais fáceis de desenvolver, mas apresentam limitações técnicas.

Inicialmente, o Linked Helper surgiu no mercado como uma extensão (Linked Helper v1). Contudo, depois de o LinkedIn melhorar os mecanismos que identificam a automatização baseada em extensões, reformulámos a ferramenta para evitar o bloqueio, e o software assumiu uma forma nova e mais segura. O novo sistema de reconhecimento de ações numa rede social distingue facilmente se a ação é executada por uma pessoa ou por uma extensão. Para funcionar, o plug-in incorpora código diretamente na página da rede social. Como consequência, o algoritmo consegue aceder ao código do plug-in e identificar que o clique foi gerado pela extensão.

Como o Linked Helper já não é uma extensão, mas sim um software que pode ser descarregado, os algoritmos de reconhecimento não têm acesso ao respetivo código. Por este motivo, os plug-ins não devem ser escolhidos como ferramenta de automatização alternativa — essa abordagem está ultrapassada.

  • A automatização de atividades no LinkedIn através da nuvem apresenta limitações devido à forma como utiliza a API do LinkedIn

À primeira vista, os serviços na nuvem podem parecer a solução tecnologicamente mais avançada para a automatização.

Na prática, muitas vezes não é assim, devido às limitações técnicas da API, que impedem estes serviços de reproduzir todas as ações de um utilizador. Os pedidos enviados pela API de um serviço de automatização na nuvem apenas conseguem corresponder a determinadas ações, como visitar um perfil. Os restantes pedidos podem não corresponder ao comportamento esperado pela plataforma, permitindo que o algoritmo da rede social reconheça a automatização. Além disso, os utilizadores comuns raramente conseguem verificar a estrutura de um serviço na nuvem, uma vez que a documentação não está disponível ao público e apenas os programadores podem consultá-la.

O Linked Helper não utiliza este mecanismo. Executa todas as ações no browser, tal como um utilizador real da plataforma.

Além disso, os serviços na nuvem não são adequados se pretender gerir mais do que uma conta. Nesse caso, não poderá confiar neles, pois geralmente utilizam o mesmo servidor.

Para esse efeito, o Linked Helper desenvolveu um sistema de impressões digitais aleatórias do browser que simula a utilização de contas diferentes em dispositivos distintos. Na realidade, ambas as contas estarão abertas no software.

O Linked Helper também dispõe de um mecanismo de proteção que interrompe a sessão se o utilizador iniciar sessão numa segunda conta na mesma sessão do browser e com o mesmo conjunto de cookies, uma vez que a rede social utiliza a cache para identificar a conta no browser. A ferramenta de automatização monitoriza este processo e interrompe a operação quando necessário, o que contribui para uma utilização mais segura.

  • O software de automatização de atividades no LinkedIn para computador, executado num browser, apresenta menos riscos e é o mais avançado do ponto de vista técnico

Em termos tecnológicos, o Linked Helper 2 pertence a este tipo, mas existem outras soluções que também funcionam através de um browser.

Quando descarrega o Linked Helper 2 para o seu computador, pode observar o sistema a funcionar como um browser e a executar as ações que definiu.

Objeção n.º 3 — É mais seguro executar ações manualmente no LinkedIn

O LinkedIn pode impor restrições até aos utilizadores que não recorrem à automatização, mas excedem os limites de ações. Por isso, mesmo que promova ativamente a sua presença na rede social, tem de respeitar as respetivas medidas de segurança. É precisamente isso que o Linked Helper faz.

Se quiser expandir mais rapidamente a sua rede de contactos, poderá pensar em enviar um grande número de pedidos de ligação num curto período, acompanhados de uma mensagem. O número e a frequência destas ações podem levar a uma verificação pela rede social. Nesse caso, o mecanismo de defesa do LinkedIn é ativado, levando a plataforma a pedir-lhe que confirme que não é um robô.

Além disso, se os utilizadores clicarem em «Connect» com demasiada frequência — por exemplo, entre dez e quinze vezes por minuto —, o sistema poderá suspeitar de que algo está errado e terminar a sessão na aplicação ou no site. Assim, mesmo ao executar ações manualmente, o algoritmo poderá considerá-lo um robô.

Os limites semanais dos pedidos de ligação variam e podem ser alterados pelo LinkedIn. O Linked Helper permite gerir a prospeção dentro dos limites aplicáveis à conta. O software pode enviar pedidos de ligação utilizando os endereços de email indicados nas contas. Pode estabelecer ligação com mais de 500 pessoas sem riscos. Por exemplo, na captura de ecrã pode ver que foram enviados pedidos de ligação a 688 pessoas:

Com o Linked Helper, não será bloqueado — captura de ecrã do Linked Helper

O Linked Helper 2 reproduz os padrões de atividade de um utilizador que respeita os limites da rede social.

Para a plataforma, é importante a forma como os utilizadores respondem aos seus pedidos de ligação. Por exemplo, estes indicadores são fundamentais:

  1. O número de pedidos de ligação não aceites apresentados na página «Sent invites»;
  2. O número de cliques em «I don’t know this person» ao rejeitarem o seu pedido de ligação.

Se estes valores forem elevados, o sistema poderá considerar que a sua conta é um bot.

Nestes casos, quando a conta do LinkedIn tem entre 2 000 e 2 500 ou mais pedidos de ligação não aceites na página «Sent invites», podem ocorrer vários problemas:

  1. Os novos pedidos de ligação podem não ser enviados; ou
  2. podem ser enviados, mas não chegar ao destinatário.

Ou seja, não é assim tão importante se os pedidos de ligação são enviados automática ou manualmente. O que importa é a reação dos utilizadores. Aconselhamos a cancelar os pedidos de ligação pendentes a cada 2–3 semanas. Para evitar que os seus pedidos de ligação pareçam spam, deve interagir com os destinatários antes de lhes enviar um pedido.

Pode consultar na nossa base de conhecimentos as consequências de ter demasiados pedidos de ligação pendentes — [resposta incorreta ao pedido de ligação](https://linkedhelper.zendesk.com/hc/en-us/articles/360016812980-LinkedIn-error-Incorrect-connect-response-400- You-ve-reached-the-invitation-limit). Estes erros deixarão de ocorrer no Linked Helper.

Embora estes erros raramente ocorram ao utilizar o Linked Helper, poderá continuar a enfrentar os mesmos problemas se tiver demasiados pedidos de ligação pendentes.

Por isso, recomendamos uma estratégia que ajudará a melhorar a proporção de pedidos aceites e, consequentemente, a reputação da sua conta junto da plataforma. Terá maior probabilidade de o pedido ser aceite se visitar primeiro o perfil, interagir com o conteúdo e enviar o pedido com uma mensagem pessoal no dia seguinte.

Em conclusão — o Linked Helper é seguro?

O Linked Helper 2 é uma ferramenta avançada de automatização de atividades no LinkedIn que funciona como se fosse o próprio utilizador a executar todas as ações. É uma das soluções mais seguras executadas num browser e foi concebida para evitar os métodos de deteção do LinkedIn.

Graças a isso, a sua conta não será bloqueada. Já ao utilizar a rede social manualmente, poderá ser bloqueado se não executar as ações corretamente.

O sistema respeita os limites de ações e navega como uma pessoa, pelo que a atividade realizada pela ferramenta de automatização seguirá um padrão semelhante ao das ações que executaria manualmente, mas sem exigir todo esse tempo e esforço. Por isso, é possível automatizar atividades no LinkedIn e, com o Linked Helper, fazê-lo em segurança, uma vez que os algoritmos não o reconhecerão como um robô — para eles, será apenas uma pessoa.

Experimente o Linked Helper grátis por 14 dias

A plataforma tecnicamente mais avançada para automação no LinkedIn, com foco em segurança, ampla variedade de recursos e suporte ao cliente excepcional. Mais de 10.000 empresas em todo o mundo confiam nela.