60–70 % dos leads B2B nunca são contactados pela equipa de vendas.
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A maioria das equipas B2B não tem dificuldades com a geração de leads no LinkedIn. O problema está no que acontece depois de o lead chegar. O marketing celebra o aumento do número de leads. Os painéis apresentam indicadores positivos. As campanhas revelam crescimento. Mas, nos bastidores, as equipas de vendas ignoram discretamente a maioria desses potenciais clientes.
Porquê?
Porque mais leads não significam mais receitas.
E um volume elevado de leads sem qualquer filtragem bloqueia a tomada de decisões.
Quando cada novo pedido de ligação recebido, formulário preenchido ou resposta no LinkedIn é tratado da mesma forma, a equipa de vendas não dispõe de um sistema claro de priorização. Os compradores com elevada intenção de compra aparecem ao lado de visitantes ocasionais no CRM. Os SDR trabalham com quem chegou mais recentemente, chama mais a atenção ou é mais fácil de abordar — não com quem tem maior probabilidade de converter. Entretanto, o tempo de resposta aumenta, embora a rapidez seja fundamental: contactar um lead no prazo de 5 minutos pode aumentar as conversões entre 8 e 10 vezes.
Este é o verdadeiro problema:
O LinkedIn é, provavelmente, a plataforma B2B que reúne alguns dos sinais de intenção de compra mais fortes. É onde os decisores pesquisam fornecedores, interagem com conteúdos do setor e avaliam publicamente soluções. No entanto, a maioria das empresas trata todos os leads do LinkedIn como se fossem iguais.
Não são.
Alguns leads estão a avaliar ativamente fornecedores.
Alguns estão a recolher informações para o terceiro trimestre.
Alguns têm apenas curiosidade.
Alguns nunca comprarão.
Sem um sistema estruturado de pontuação de leads B2B, a sua equipa não consegue distingui-los.
E, quando não consegue distinguir compradores de meros visitantes, acaba por agir ao acaso.
As empresas com um desempenho superior ao do mercado não estão a gerar muito mais leads. Estão a priorizá-los de forma mais inteligente. As equipas que aplicam um sistema de pontuação aos leads do LinkedIn registam taxas de resposta duas a três vezes superiores — não porque tenham alterado as mensagens, mas porque mudaram quem é contactado primeiro.
O volume de leads não é o fator limitador.
A priorização é.










